If you follow my blog, you know N&J from the post I wrote on wedding invitations. N&J were the youngest couple I have had this year. Yeay! We met many times prior to their wedding day and helped both plan the event. Sooner than we expected it arrived and we were all very happy for being there. Lots of mornas and kizombas, a day not too hot or too cold and the best light! Beautiful day indeed. A big thank-you note to the families for making us feel so welcome and appreciated. Wishing you all the best. M
The next image puts a smile on my face: N. was affraid of the bugs living in the tall grass so J. volunteered to carry her…hum…did i say that ladies should always be carried with class and glamour? I always do.
I love the next two images.
Happy brides laugh out loud!
This image was made possible by a very wet bottom. Mine of course. But by now my clients know that great images require creativity, time and love for what you are doing specially when talking about photography. So if you are a creative bride who loves photography, let’s talk!
Did I say, May has the best light? I did? Oh well, I guess I can say that again.
A Susana e o Pedro casaram no Hotel Farol Design, em Cascais, no dia 02 de Abril de 2011. Lembro-me do email de contacto da Susana onde desde logo percebi que com eles seria diferente, e o nosso primeiro encontro, um final de tarde de sábado num dos meus locais de eleição, o Caffe Orpheu, veio reforçar todas as expectativas que tinha construído! Foi um bocadinho agradável onde me contaram os planos que tinham para o dia, e onde também eu partilhei as minhas experiências como aliás sempre faço com os meus noivos. O objectivo final é contribuir para um dia que se quer seja FAB! E foi assim que no meio da nossa conversa surgiu a ideia de planearmos um encontro surpresa entre ambos e depois fazermos a sessão fotográfica dos dois, tudo antes da cerimónia! A ideia ganhou corpo e assim aconteceu. No dia o Pedro veio buscá-la a Susana, ao volante de um oldie: um Mercedes 190 SL! e saímos juntos num passeio panorâmico pela serra de Sintra.
Impaciente que estava este noivo :=)
O primeiro encontro a dois, longe dos olhares dos convidados, só pode ser um momento muito especial e de grande emoção para o novo casal. Planeia-se este momento de forma a criar espaço e recato para que as emoções fluam, assegurando a intensidade de um momento único vivido apenas por ambos. Passada a tensão do primeiro encontro, entrar na igreja pelo braço do pai e encontrar os amigos e a família pode então ser descontraidamente apreciado. O momento em que se viram pela primeira vez no dia que ambos escolheram para casar, esse momento tão especial, foi gozado a dois e registado para mais tarde recordar.
Ai os olhinhos dela, tanto brilho de felicidade……!
Se optarem por se encontrarem com o vosso noivo ou noiva, certifiquem-se que planeiam o encontro num sítio especial e com tempo bastante para que possam usufruir do momento de forma inesquecível. E pronto, no próximo post prometo que mostro as imagens que fizemos na serra, estão lindas!
Sintra, 29 de Dezembro de 2010. O casamento da Alexandra e do Bruno ainda sabia a Natal. O dia amanheceu invernoso, e cinzento, mas prometia melhorar assim que a kizomba e o semba de Angola começassem a rolar nos pratos do DJ Kadu. Porque nasci em Angola e por lá passei a minha infância, estes ritmos são-me familiares, cresci com eles nas festas de fim de semana que começavam à sexta-feira nas casas dos pais e dos amigos. Entre longos dias de praia, viagens de barco entre Belas e o Mussulo e as mariscadas ao final da tarde que se prolongavam pela noite dentro, a música estava sempre lá, sempre presente. E foi na expectativa de registar uma grande festa que comecei o meu dia na Penha Longa.
O Bruno e a Alexandra estavam serenos, acompanhados da família próxima e dos amigos de ambos. Ao longo de todo o dia foi visivel a admiração e o envolvimento dos dois e das respectivas famílias.
 
O Bruno preparou-se num abrir e fechar de olhos. Com os noivos é quase sempre assim. As horas de penteados complicados e a maquilhagem sofisticada não existem no ritual da preparação. Falamos de Angola e travamos uma luta sem par com o nó da gravata que ninguém sabia fazer. Criou-se o clima de boa disposição e a proximidade necessários para que a pressão da câmara e da lente que nos separa não seja sentida.
Na fotografia de casamento, por ventura de todas as áreas da fotografia a mais difiícil, o tempo voa e nunca se compadece com as necessidades de uma fotógrafa criativa. Acho sempre que nunca chega para o que eu queria ou gostaria de ter feito. Ainda que se planeie tudo, há sempre imprevistos de última hora para reclamar o tempo extra que contávamos vir a ter. Deixamos então o Bruno, na companhia do padrinho, para nos encontrarmos com a Alexandra, que se preparava na companhia da mãe e das amigas.
Shhh, bride getting ready.
Na busca constante pela fotografia do dia, poder registar momentos de partilha e emoção entre os vários membros da familia é um privilégio. Afinal de contas o que pode haver de mais fabuloso senão o afecto dos que nos são queridos e com quem escolhemos partilhar os melhores momentos da nossa vida?
Fim de tarde. A hora da cerimónia havia chegado e a luz fugia a passos largos. A Alexandra e o Bruno casaram numa cerimónia intíma, muito envolvente.
e acabou com umas quantas palavras de agradecimento endereçadas por ambos aos amigos e às famílias.
Seguiu-se um cocktail e o jantar de recepção oferecido aos convidados! A organização de todo o casamento esteve a cargo The Wedding Company.
O bolo dos noivos? Yummi! Pistachio com cobertura de chocolate branco, d-e-l-i-c-i-o-u-s! e ainda um bolo de aniversário preparado para alguém muito especial.
Finalmente a festa. Quando aqui chegamos é a hora de descompressão e começa a diversão!!! Claro, tal como eu esperava, foi “sempre a gingar”! Uma festa de arromba com muito ritmo e carregada de alegria.
Dica: casar a meio da tarde, em Dezembro, requerer um planeamento cuidado do dia, de forma a tirar o máximo partido das poucas horas de luz natural disponíveis. Alguns dos meus clientes têm a preocupação de me perguntar o que penso sobre a hora a que estão planear casar. A resposta é simples: o meu trabalho vive da luz natural disponível e assim sendo nos meses de inverno, em virtude de os dias serem mais curtos, aconselho a que os casamentos se façam ao fim da manhã de forma a evitar, o mais possivel, o recurso à luz artificial.
Já no pico do verão, recomendaria o início das cerimónias apartir das 3 da tarde. Desta forma a preparação dos noivos decorre no interior durante as piores horas de sol, ou seja, entre o meio dia e as três da tarde. Esta é, obviamente, uma recomendação muito genérica. Cada caso é um caso e existem imensos factores que podem condicionar todas estas decisões. Partilhar toda a informação e os planos referentes ao dia, com a pessoa contratada para fazer a reportagem, é mesmo o melhor conselho.
Ao Bruno e à Alexandra, bem como às famílias de ambos, desejo as maiores felicidades e tudo de bom! Grata pela escolha e até breve!
Entre pais e filhas há sempre imagens felizes de momentos felizes e cheios de emoção. Entre pais e filhas, mães e filhos, avós e netos, enfim… o casamento é de todos os eventos o meu preferido. Os modelos estão aprumadíssimos e a probabilidade de acontecerem momentos de grande significado e com história é elevadissima dada a natureza do evento. Aqui fica uma imagem de uma troca de olhares entre a noiva e pai. Priceless!
Lembro-me do dia em que o José me ligou. Procurava um fotógrafo para o dia do seu casamento. Não queria um fotógrafo convencional, procurava um trabalho diferente conforme fez questão de explicar. Até porque a festa de casamento que ambos tinham planeado tinha também ela um conceito diferente. Fiquei então a saber que o José e a Maria, tinham planeado duas festas de casamento: uma para a família e outra para os amigos. A ideia, explicou o José, é dar toda a atenção às pessoas presentes nas duas festas. Que bonito, pensei! Da festa para a família fizeram parte a cerimónia nupcial religiosa e um jantar, servido no Palácio do Freixo. Este reuniu em torno da mesma mesa todos os membros da família, num momento de verdadeira partilha. Eram 30 pessoas. A festa com os amigos teria lugar no fim de semana seguinte, nas Caves Croft. E pronto, foi assim que no dia 04 de Dezembro de 2010, tive o privilégio de conhecer a Maria e o José. Chuva e muito frio abençoaram este dia de casamento que fez justiça ao Porto e aos seus dias cinzentos mas que, sem dúvida, foi contrastante com a enorme alegria e felicidade dos dois e que contagiou todos quantos tiveram o privilégio de estar presentes. Eu incluída.
E é aqui que vos deixo, na companhia das imagens do encontro do Zé e da Maria. Elas são a prova de que casar nos meses frios pode ser tão elegante, senão mesmo mais, do que no verão: a maquilhagem dura o que é suposto e o desconforto causado pelo dias de calor extremo deixa de ser um problema. Dir-me-ão vocês: E a chuva? Ora, a chuva não é um problema. Hoje em dia, tanto chove em Agosto como chove em Dezembro. Já para não dizer que a chuva pode ser mais um elemento a juntar às vossas fotografias de casamento. Basta que sejam criativos e queiram fazer do vosso dia, um dia diferente. Como fizeram o Zé e a Maria.
A carinha do Zé …. e sempre a Maria com o seu sorriso arrebatador!
Este post vai ser longo, os modelos são lindos e as fotografias, modéstia à parte, claro, fazem-lhes justiça.
A próxima não tem preço. É linda.
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by Matilde Berk
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Debora - Lindas!
Adorei cada pormenor e todas elas transmitem muito amor.
Parabens Matilde
Claudinha - Que lindas e românticas! E Maio é um lindo mês para nascer e casar!
Beijinhos
Cat - Sempre no auge a fotografar sentimentos! Amei mesmo cada uma destas fotos! Parabéns e felicidades aos noivos!