Escolher uma boa fotógrafa (desculpem-me os colegas de profissão mas o meio precisa de mais senhoras) para o dia do vosso casamento é das tarefas mais importantes na organização do vosso evento. Grande parte dos registos documentais do dia dependem, na sua essência, da forma como esta o vê, o sente e da sensibilidade com que escolhe editar e processar as obras que produz.
A fotografia é considerada por muitos uma forma de narrativa poética, e assim sendo uma fotógrafa (ou fotógrafo) de casamento deve ter tanto de repórter como de poeta ou artista. Tal como acontece com qualquer artista, cujo o trabalho elegemos para pendurar nas paredes de nossa casa, e com o qual decidimos viver 24 horas/7 dias por semana, também a fotógrafa do vosso casamento deve ser alguém com quem se identificam e cuja a sensibilidade e o trabalho apreciam.
A Fotografia tem sido ao longo dos tempos o instrumento utilizado na construção da nossa identidade e no resgate das nossas memórias. As memórias que para sempre nos seguem e que, em muitos casos, revisitamos quase diariamente. Neste caso, as fotografias são também as memórias que ficam do vosso dia. É por isso, que a exigência posta na escolha de quem as regista é a única maneira de assegurar que o dia do vosso casamento foi tudo menos enfadonho e que as memórias, para sempre registadas, terão orgulho em partilhar com a familia e os melhores amigos.
Desejo um Ano Feliz a todos quantos visitam o meu blog, em especial aos meus noivos de 2009 porque tem tenho a maior estima e apreço e aos de 2010 com quem espero vir a partilhar momentos muito, muito especiais.
ta-ta!













